23 de março de 2009

Dou por teminado este blogue...

20 de março de 2009

Ensinar a arte

Todos os dia quero ensinar, todos os dias quero aprender.
Quero ensinar a arte de viver, de ser pessoa, a arte que coloca as cores na vida do dia-a-dia, a arte que refresca o quotidiano.
Quero aprender com todos que se cruzam no meu caminho, com tudo aquilo que os meus olhos são capazes de assimilar, que os meus ouvidos são capazes de ouvir, que os meus sentidos são capazes se alcançar.

Uma Imagem... muitas cores




A alegria da cor, uma imagem que nos transporta através até um dia quente de verão, no qual o suor nos corre pela face e nos limpa a alma a partir dos poros da nossa pele...

A força



Branda ou forte
Fresca ou quente
Macia ou dura
Visível ou invisível

os contraste da água
...
os contrastes da vida

Tempo...




A espiral do tempo que já passou e que ainda está para vir...
Um jogo entre o passado nos ajuda a viver o presente e a construir o futuro

Laços e Entrelaços



Entrelaçados em rotinas e esperanças, em equipa somos capazes de mudar mentalidades, construir pontes, quebrar barreiras, superar os nossos próprios limites...

A educação só pode ser entendida assim... numa ligação estreita entre alunos, pais, professores, funcionários e todo o meio envolvente.

1 de março de 2009

A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal. Carvalho, A. (2007)

WebQuest é um conceito que cada vez mais entra no vocabulário dos professores , na medida em que estes vão reconhecendo as potencialidades desta estratégia quer como pesquisa de recursos (essencialmente online), como, aprendizagem em construção, desafiando e implicando capacidade de análise, síntese e de colaboração, disponibilização. Uma WebQuest é muito mais que uma pesquisa orientada, ou a resolução de uma tarefa pré-definida, permite ao aluno construir um conhecimento significativo, critico, aberto e ajustado à sua realidade envolvente.
A WebQuest deve também ser um espaço online agradável e de fácil utilização, permitindo aumentar a motivação do aluno para o processo de ensino/aprendizagem, desenvolvendo ainda a capacidade de trabalhar de forma cooperativa.
As componentes que constituem uma WebQuest são: introdução, tarefa, processo, recursos, avaliação e conclusão. A tarefa deverá ser interessante e suscitar a análise, síntese, avaliação e criatividade nos alunos. É importante que nela haja espaço para mais do que um copiar e colar de informação, mas sim um assimilar de conceitos e a construção de novas ideias a partir do conhecimento, compreensão e aplicação de uma determinada situação.
O processo deverá estabelecer de forma bem clara os passos que o aluno deverá seguir, de modo a que este não se perca no meio da informação existente na internet. A avaliação deverá especificar os critérios, de modo a que à medida que o aluno vá realizando a tarefa possa aferir se o está a fazer de modo correcto.
A conclusão é a expressão, e a síntese de tudo o que o aluno aprendeu, devendo ser colocadas algumas questões retóricas.
Por todas estas potencialidades, a Webquest será cada vez mais inserida na formação inicial e continua de professores, possibilitando aos docentes diversificar estratégias de aprendizagem, o que nos tempos que correm, onde a desmotivação dos alunos é crescente, torna-se uma mais valia profissional incontestável.

28 de fevereiro de 2009

“Computadores, Ferramentas Cognitivas” Jonassen, D. (2007)

Nos dias de hoje, em que o ensino é cada vez mais direccionado para a aquisição de competências, torna-se imperativo que o processo ensino/aprendizagem seja um processo dinâmico, no qual o aluno seja um agente activo, capaz de construir o seu próprio conhecimento, sendo este verdadeiramente significativo para o aluno, permitindo aplicá-lo no seu dia-a-dia enquanto profissional e enquanto cidadão. Assim, as ferramentas cognitivas surgem como aplicações informáticas capazes de proporcionarem aos alunos uma reflexão critica da sua aprendizagem, tornando-a significativa.
Vivemos cada vez mais numa “Aldeia Global” na qual tudo acontece a uma velocidade estonteante, e tudo se sabe em toda a parte um segundo depois de acontecer. Dispomos hoje, de um conjunto de ferramentas, como o computador, a internet, os meios de comunicação, capazes de nos rodear de muita informação num curto espaço de tempo. Assim, é urgente capacitar os alunos de meios que lhes permitam aprender não só a partir de computadores mas também com os computadores.
Com o Magalhães, e o e-escolas a grande maioria dos alunos aparece capacitada (muitos apenas aparentemente) a trabalhar com o computador, tirando dele todo o potencial, ou seja, a manejá-lo de modo a fazer algo produtivo com ele. No entanto, na minha experiência profissional, apesar de pouca, constato que a grande maioria dos aluno, deixa-se manipular pelo computador, reduzindo-o muitas vezes a uma consola de jogos, não se mostrando capaz de utilizá-lo de forma a potenciar a sua aprendizagem. Assim, quando os computadores forem utilizados ferramentas de ampliação e reestruturação cognitiva elas possibilitam ampliar o conhecimento do aluno.
Em suma, e segundo o autor, “ferramenta cognitiva representam uma abordagem construtivista da utilização dos computadores, ou de qualquer outra tecnologia, ambiente ou actividade, que estimule os alunos na reflexão, manipulação e representação sobre o que sabem, ao invés de reproduzirem o que alguém lhes diz” , ou seja, o aluno é capaz de produzir o seu próprio conhecimento, criar de forma crítica e significativa um novo modo de interagir com o mundo que o rodeia, daqui pode nascer um pensamento critico, e um pensamento criativo, capaz de inovar e de fazer avançar o mundo.

14 de fevereiro de 2009

“Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS.” Carvalho, A. A.

Com a entrada do actual governo, entrou em marcha o chamado “choque tecnológico” o qual tinha como objectivo tornar as novas tecnologias acessíveis a todos os alunos. Assim, cada vez mais os professores são convidados a explorar todas as potencialidades da World Wide Web (WWW).
Cada vez mais nos sentimos conectados, isto é , ligados em rede. A partir do artigo é destacada a ideia de conectividade e conectivismo. Por conectividade podemos entender como a capacidade de entrar o que se procura na rede, isto é, capacidade de aceder a informação e à comunicação, salientando que a capacidade de estabelecer conexões entre ideias e áreas díspares podem originar inovações.
O mundo está em constante mudança, assim, o conectivismo surge como uma forma de decisões com base em novas informações que nos chegam constantemente. É necessário educar para a construção do conhecimento baseado na mudança. Tudo evolui, a um ritmo cada vez mais célere, e é necessário dotar cada vez mais os nossos alunos de capacidades que lhes permitam responder a esta realidade.
Neste contexto urge englobar no processo ensino/aprendizagem noções e conceitos como seleccionar, citar e plagiar.
Mais do que nunca, a quantidade de informação à qual temos acesso é enorme, o que torna a sua selecção mais difícil. Facilmente quando pedimos a elaboração de um trabalho a um aluno, é grande a tentação de copiar totalmente a informação, devido à enorme dificuldade que existe na selecção desta. Neste contexto a Web Quest torna-se uma actividade que possibilita ao professor orientar a pesquisa aos alunos, ensinando a tirar partido dos recursos existente na Web de forma dirigida, tornando os alunos mais autónomos face à aprendizagem.
No meu entender, é importante , no contexto escolar ir ao encontro da linguagem actual dos alunos, assim, se o aluno souber que o trabalho que irá realizar será publicado na internet, poderá encarar a tarefa com uma motivação acrescida, facto esse que enriquecerá a aprendizagem realizada, aprendendo a pesquisar, a sintetizar, a apresentar e a disponibilizar online.
A publicação dos trabalhos, assim como a disposição de recursos e ferramentas pela internet, permitirá uma maior troca de ideias entre professores e alunos, assim como, um envolvimento dos encarregados de educação, que deste modo podem acompanhar o desenrolar do trabalho dos seus educandos, intervindo nele com comentários, criticas e sugestões.
O professor vê-se obrigado a formar-se para dominar estas novas técnicas e ferramentas, para assim, potenciar a sua utilização na escola. Assim, tal como é referido pela autora, muita formação tem sido dada aos professores de modo a que estes consigam desenvolver plataformas de apoio à aprendizagem (LMS). Estas plataformas facilitam o ensino à distância, assim como a disponibilização de recursos em diferentes formatos. As múltiplas valências da plataforma só serão rentabilizadas se os professores tiverem formação para a potenciar e a ousadia de dinamizar este tipo de recursos. A plataforma pode ainda ser considerada uma opção segura, mesmo estando disponível online, uma vez que, cada utilizador terá ao seu dispor uma password que lhe dará acesso a alguns dos conteúdos disponibilizados, ficando assim protegido de olhares externos.
É imperativo, no meu ponto de vista, motivar professores e alunos para a utilização deste tipo de ferramentas que podem valorizar e muito o processo ensino/aprendizagem.

Análise do artigo: “Blogs: um recurso e uma estratégia pedagógica. “ Gomes, M. J.

A internet encerra em si uma vastíssima gama de recursos e estratégias, entre as quais a analisada neste artigo, o weblog ou blog. Este ganhou um espaço cada vez maior entre os utilizadores da internet devido ao seu acesso fácil e gratuito.
Assim, como a autora faz referencia, os blogs têm entrado também no quotidiano quer de professores quer de alunos. É um espaço diferente de uma página Web, uma vez que pretende que haja nova informação diariamente sendo que todas as publicações realizadas são disposta por ordem cronológica.
Esta ferramenta pode ser transportas para o ensino, podendo ser usada como “recurso pedagógico” ou como “estratégia pedagógica”,isto é, como local onde o professor coloca informação útil para o aluno pesquisar ou como um local onde a interacção entre alunos e entre professor e alunos pode assumir um papel primordial na troca de ideias, na construção do saber, na promoção de um sentido crítico. Esta ferramenta pode ainda possibilitar uma grande interface entre escolas.
No meu entender, o blog ganha especial interesse quando explorado como portfólio digital, permitindo um acompanhamento do trabalho desenvolvido pelos alunos ao longo do tempo, e não só uma avaliação do produto final. Ganha ainda especial destaque pela multiplicidade de opções que permite, no que concerne à colocação de imagens, vídeos, músicas, textos, fotografias, contador de visitantes, abertura a comentários, links ... entre outras, estimulando a criatividade e a capacidade de comunicação para o mundo. Afinal vivemos numa “aldeia global“ onde cada vez mais a informação e a comunicação circulam à velocidade da luz.
É ainda um espaço onde o professor poderá convidar o aluno a assumir um papel, a defender uma opinião diferente da sua, isto é, poderá utilizar a estratégia de “role-playing” , promovendo o debate, sobre diversos temas, a partir de diferentes pontos de vista.
É importante educar para a diferença, para a diversidade, para a criatividade, de modo a munir cada aluno de um vastíssimo conjunto de estratégias que lhe permitam ser cidadão do mundo, consciente e critico, capaz de fazer face aos desafios de um mundo cada vez mais exigente e veloz.

8 de fevereiro de 2009

Tecnologias e informação

Nos dias que correm a informação pode chegar a qualquer um de nós instantâneamente através da internet, podemos acompanhar o que se passa aqui e no mundo a partir do Jornal online

Luz e Sombra

Atreve-te




Dar o passo, arriscar, ganhar coragem para seguir em frente e enfrentar qualquer desafio...