Com a entrada do actual governo, entrou em marcha o chamado “choque tecnológico” o qual tinha como objectivo tornar as novas tecnologias acessíveis a todos os alunos. Assim, cada vez mais os professores são convidados a explorar todas as potencialidades da World Wide Web (WWW).
Cada vez mais nos sentimos conectados, isto é , ligados em rede. A partir do artigo é destacada a ideia de conectividade e conectivismo. Por conectividade podemos entender como a capacidade de entrar o que se procura na rede, isto é, capacidade de aceder a informação e à comunicação, salientando que a capacidade de estabelecer conexões entre ideias e áreas díspares podem originar inovações.
O mundo está em constante mudança, assim, o conectivismo surge como uma forma de decisões com base em novas informações que nos chegam constantemente. É necessário educar para a construção do conhecimento baseado na mudança. Tudo evolui, a um ritmo cada vez mais célere, e é necessário dotar cada vez mais os nossos alunos de capacidades que lhes permitam responder a esta realidade.
Neste contexto urge englobar no processo ensino/aprendizagem noções e conceitos como seleccionar, citar e plagiar.
Mais do que nunca, a quantidade de informação à qual temos acesso é enorme, o que torna a sua selecção mais difícil. Facilmente quando pedimos a elaboração de um trabalho a um aluno, é grande a tentação de copiar totalmente a informação, devido à enorme dificuldade que existe na selecção desta. Neste contexto a Web Quest torna-se uma actividade que possibilita ao professor orientar a pesquisa aos alunos, ensinando a tirar partido dos recursos existente na Web de forma dirigida, tornando os alunos mais autónomos face à aprendizagem.
No meu entender, é importante , no contexto escolar ir ao encontro da linguagem actual dos alunos, assim, se o aluno souber que o trabalho que irá realizar será publicado na internet, poderá encarar a tarefa com uma motivação acrescida, facto esse que enriquecerá a aprendizagem realizada, aprendendo a pesquisar, a sintetizar, a apresentar e a disponibilizar online.
A publicação dos trabalhos, assim como a disposição de recursos e ferramentas pela internet, permitirá uma maior troca de ideias entre professores e alunos, assim como, um envolvimento dos encarregados de educação, que deste modo podem acompanhar o desenrolar do trabalho dos seus educandos, intervindo nele com comentários, criticas e sugestões.
O professor vê-se obrigado a formar-se para dominar estas novas técnicas e ferramentas, para assim, potenciar a sua utilização na escola. Assim, tal como é referido pela autora, muita formação tem sido dada aos professores de modo a que estes consigam desenvolver plataformas de apoio à aprendizagem (LMS). Estas plataformas facilitam o ensino à distância, assim como a disponibilização de recursos em diferentes formatos. As múltiplas valências da plataforma só serão rentabilizadas se os professores tiverem formação para a potenciar e a ousadia de dinamizar este tipo de recursos. A plataforma pode ainda ser considerada uma opção segura, mesmo estando disponível online, uma vez que, cada utilizador terá ao seu dispor uma password que lhe dará acesso a alguns dos conteúdos disponibilizados, ficando assim protegido de olhares externos.
É imperativo, no meu ponto de vista, motivar professores e alunos para a utilização deste tipo de ferramentas que podem valorizar e muito o processo ensino/aprendizagem.
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Um aspectos a referir é que seria bom que lessem alguma coisa mais sopbre conectivismo. Por outro lado, a indo de encontro ao teu último parágrafo, sugiro a consulta do estudo "Competências TIC" no qual se apresenta do modelo de formação e certificação de competências digitais e competência pedagogicas com TIC. V~e http://www.escola.gov.pt/projectos_ctic_documentos.asp
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